quinta-feira, 19 de maio de 2011

Últimos dias da Exposição

Encerra no próximo fim de semana a exposição que tem estado a decorrer na fábrica de cimentos da Maceira-Liz.
Domingo será o último dia em que os trabalhos se encontrarão expostos.
Tal como se refere em post anterior, durante os dias úteis, as visitas à exposição ocorrerão das 18 às 22 horas, sendo que no sábado e no domingo, efectuar-se-ão das 14 às 22 horas.

6 comentários:

Rui Pascoal disse...

Já fui ver a exposição e recomendo-a.
Parabéns aos artistas.

SilvaRocha disse...

Obrigado pelos seus parabéns, Amigo Rui.

Rosa dos Ventos disse...

Fiquei com a agenda sobrecarregada!
Fica por ver! :-((

João Ludugero disse...

Quanta cor e luminosidade! Bom demais vir aqui e me embevecer com tamanha beleza, reverdece a alma de tal jeito... Voltarei para aprecisar com mais demora seu cantinho abençoado. Maravilha!!! Muito sucesso e êxito em sua vida, permeado com alegrias e saúde.
Abraços,
João, poeta.
Se tiver um tempo e quiser, dê uma esticada até omeu blog. Vou gostar de ter por lá seus coments. SE gostar e quiser,me adicione. Abraços. Voltarei, de certo.

graciela disse...

Enquadrados em ambiente genuíno,
mecha de luz ponteando a densa maquinaria
materialização de arquitecturas bem delineadas,
compeli-me a confrontar-vos, sendo únicos, incomparáveis

um ao pé do outro, intercalados
emoção transbordante, escorrida de cada tela
rios de tinta e palavras com que não me atrevo a desenhar
esboço apenas

na confluência manifesta-se o critério, a definição
milhões de pixéis em resolução artesanal
êxtase dos sentidos

nas telas do Arnaldo Barateiro, rigor até à exaustão
sensibilidade dolente
veracidade sem pejo nem névoa
o remanso e a perseverança

na pintura do Silva Rocha, a cor desmesurada
transpõe os meus recantos mais sombrios
explode, retine, provoca
a truculência e o júbilo

meus amigos, incomputáveis os momentos do vosso labor
só a paixão enamorada
a obsessão crónica
o vício incessante

por mais que tenteie, tudo fica por dizer
incomensurável a impressão que me atravessa

SilvaRocha disse...

Quanta amabilidade, Graciela! São os olhos bondosos de uma poetisa que dão cor desmesurada às minhas telas. Obrigado pelas suas palavras amigas.