quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Ainda a Exposição de Dulce Bernardes
Os trabalhos de Dulce Bernardes expostos no Edifício do Banco de Portugal, até ao próximo dia 22 do corrente mês de Setembro, são os protagonistas de um vídeo muito original, em termos técnicos e de concepção, realizado pelo seu filho Manuel Bernardes.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Na Fundação Caixa Agrícola de Leiria
Tal como se refere em post anterior, está patente até ao próximo dia 21 do corrente mês de Setembro, na Fundação Caixa Agrícola de Leiria - Solar dos Ataídes (ao Terreiro), uma imperdível exposição de pintura de Clotilde Fava que a artista designou por «Café Colonial».
domingo, 16 de setembro de 2012
No Edifício do Banco de Portugal
Continua patente ao público, até ao dia 22 do corrente mês de Setembro, a exposição de pintura da artista Dulce Bernardes, intitulada «Cidades, Quero-as Comigo!», conforme se faz alusão em post anterior.
Exposição a não perder!
Exposição a não perder!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Quadro de Renoir por menos de 39 euros.
Um boneco de Paul Bunyan, uma vaca de plástico e um quadro. Uma mulher americana encontrou as três peças numa feira, em Shenandoah Valley, na Virginia, e decidiu avançar para a compra. Tudo junto, saiu-lhe por uns 50 dólares (cerca de 39 euros).
Horas mais tarde, já em casa, a mulher veio a perceber que havia feito a compra da sua vida: o quadro, do qual a senhora só prendia aproveitar a moldura, soou familiar à mãe da compradora, que insistiu para que se fizesse uma averiguação em relação à autoria.
De facto, na moldura vinha escrito que a autoria era do famoso pintor francês Pierre-August Renoir. Mas quem acreditaria que tal preciosidade pudesse ser encontrada num mercado? Os peritos avaliaram e dizem agora que parece mesmo tratar-se da obra “Paisagem, à beira do Sena”, pintada em 1879, cujo valor pode andar entre os 75 e os 100 mil dólares (entre 58 e 78 mil euros).
A obra, com uma paisagem fluvial em tons pastel e 14 centímetros de altura e quase 23 de largura, vai ser leiloada pela Potomack Company no próximo dia 29 de Setembro.
Surpreendida com a revelação, a mulher – que prefere manter o anonimato e se identifica apenas como a “rapariga do Renoir” – garante que não quer ficar com o quadro: “De certeza que quem o comprar o vai cuidar como merece”, disse ao The Huffington Post.
O especialista em artes plásticas Norton Craner garantiu, em declarações ao New York Times, que a obra aparece no catálogo das obras de Renoir, onde se pode ler que foi adquirida em 1925 pela galeria francesa Bernheim-Jeune. Posteriormente, terá sido vendida a Herbert May, marido da coleccionista Maryland Sadie A. May.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Café Colonial - Exposição de Clotilde Fava

Num canto, à volta de silenciosas chávenas de café, negócios são discutidos, tecem-se confabulações. Ao longe, uma presença discreta, qual reminiscência de uma África passada, tudo observa, lançando um olhar condescendente e sensual sobre a cena.
A
imagem ficou gravada no meu espírito quando, acabada de chegar a
Leiria, trazendo as feridas de uma descolonização (im)possível, entro
num café que ainda hoje, passados que foram mais de trinta anos, teima
em manter-se aberto ao público, contrariando a voragem do tempo e dos
metais. À rudeza dos homens que se reuniam à volta das mesas,
contrapunha-se a suavidade de uma mulher que aí servia e cujas feições
me recordavam, com dolorosa saudade, a minha África.
Várias
são as leituras que rodeiam “Café Colonial”, uma tela simultaneamente
icónica, na evocação sempre presente da mulher africana, nas formas, na
composição e nas cores, em todas as suas metamorfoses, e atípica, na
figuração masculina.
Representa
o reconhecimento mais profundo do início de um ciclo agora apresentado
em retrospectiva, expondo uma visão abrangente dos temas que percorrem o
meu imaginário.
Clotilde Fava
FUNDAÇÃO CAIXA AGRÍCOLA DE LEIRIA
Largo Cândido dos Reis (Terreiro), nº19
Leiria
tel. 351 244 848000
inauguração - 7 de setembro, sexta-feira, às 21:00
fecho - 21 de setembro
horário: de 2ª a 5ª das 14:00 às 17:00
6ª das 14:00 às 17:00 e das 21:00 às 23:00
sábado das 16:00 às 20:00
sábado, 14 de julho de 2012
O Princípio da Viagem - Exposição de Pintura
De 6 a 31 do corrente mês de Julho está a decorrer, no Teatro José Lúcio da Silva, desta cidade de Leiria, uma exposição de pintura do artista plástico José Manuel Pedrosa, denominada «O Princípio da Viagem». José Manuel Pereira Pedrosa nasceu em Pedrógão do Pranto, do concelho de Soure, em 1955 e reside, actualmente na Figueira da Foz.
Licenciado em Educação Tecnológica pela Universidade Aberta, encontra-se a concluir a licenciatura em Artes Plásticas, na Escola Universitária de Artes de Coimbra (EUAC). Lecciona a disciplina de Educação Visual no Agrupamento de Escolas Gândara-Mar-Tocha-Cantanhede.
Os seus óleos baseiam-se basicamente em cenas e naturezas-mortas do meio rural. À sua vivência não é alheia esta apetência e carinho pela ruralidade.
Por outro lado, numa certa linha da Pop Arte, utiliza fitas autocolantes (em regra utilizadas pelos pintores da construção civil e que costumam servir para melhor perfeição no traço da pintura artística), aplicando-as nas telas para delinear contornos, nunca as retirando e pintando-as como parte que são da obra final.
As tintas que utiliza nas referidas obras Pop Arte são, por outro, manchas de tinta que os colegas utilizam em suportes de papel (paleta) para pintar os seus quadros e constituem sobras que iriam para o lixo. Os instrumentos musicais e a bicicleta que estão patentes nesta sua exposição em Leiria, são exemplo desse tipo de aproveitamento cujo resultado final é extremamente interessante.
Nos óleos sobre tela cujos temas são viaturas automóveis, a automotora e o eléctrico, recorreu, com menor visibilidade, às fitas a que antes se faz referência, conseguindo também um belo efeito artístico.
A entrada para a exposição é livre e a mesma pode ser visitada todos os dias (incluindo sábados e domingos) das 18:00 às 22:00 horas. Nos dias de espectáculo, o horário prolonga-se até às 24:00 horas.
Licenciado em Educação Tecnológica pela Universidade Aberta, encontra-se a concluir a licenciatura em Artes Plásticas, na Escola Universitária de Artes de Coimbra (EUAC). Lecciona a disciplina de Educação Visual no Agrupamento de Escolas Gândara-Mar-Tocha-Cantanhede.
Os seus óleos baseiam-se basicamente em cenas e naturezas-mortas do meio rural. À sua vivência não é alheia esta apetência e carinho pela ruralidade.
Por outro lado, numa certa linha da Pop Arte, utiliza fitas autocolantes (em regra utilizadas pelos pintores da construção civil e que costumam servir para melhor perfeição no traço da pintura artística), aplicando-as nas telas para delinear contornos, nunca as retirando e pintando-as como parte que são da obra final.
As tintas que utiliza nas referidas obras Pop Arte são, por outro, manchas de tinta que os colegas utilizam em suportes de papel (paleta) para pintar os seus quadros e constituem sobras que iriam para o lixo. Os instrumentos musicais e a bicicleta que estão patentes nesta sua exposição em Leiria, são exemplo desse tipo de aproveitamento cujo resultado final é extremamente interessante.
Nos óleos sobre tela cujos temas são viaturas automóveis, a automotora e o eléctrico, recorreu, com menor visibilidade, às fitas a que antes se faz referência, conseguindo também um belo efeito artístico.
A entrada para a exposição é livre e a mesma pode ser visitada todos os dias (incluindo sábados e domingos) das 18:00 às 22:00 horas. Nos dias de espectáculo, o horário prolonga-se até às 24:00 horas.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Arte em Lisboa - Exposição Colectiva

No Espaço Cultural das Mercês - Rua Cecília de Sousa, 94 - Príncipe Real - 1200-423 Lisboa, entre 4 e 21 do corrente mês de Julho, vai decorrer uma exposição colectiva, na qual irão estar patentes, entre outros, trabalhos da leiriense Elizabete Santos, artista plástica que se evidencia pela sua qualidade no desenho e a quem já aqui tivemos a oportunidade de fazer referência.
Do cartaz anunciador do evento constam as respectivas e necessárias informações.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
EXPOSIÇÃO DE AGUARELAS DE ARTUR FRANCO NO TEATRO JOSÉ LÚCIO DA SILVA
O Teatro José Lúcio da Silva acolhe, entre os dias 22 de Maio e 29 de Junho a Exposição de Aguarelas, do artista leiriense Artur Franco.Revelando, desde muito novo, uma excepcional predisposição para desenho e pintura, Artur Franco é já um nome conhecido e reconhecido, no mundo das artes plásticas.
Naturalista figurativo, o artista tem desempenhado um importante papel no registo pictórico das nossas aldeias, cidades e gentes, quer através da expressão a óleo, quer discorrendo o seu sentir através da aguarela.
Parafraseando o escritor João Matias (Nov. 1995), brota, em Artur Franco, espontaneamente, sem convite formal e sem ato determinante de vontade, a força de pintar, como a planta selvagem, sem semeador sem cultivo, e sem cuidados. E, então não há que resistir-lhe. É só compreender-lhe o chamamento.
A cerimónia inaugural terá lugar no dia 22 de Maio, pelas 18h00, no foyer do Teatro José Lúcio da Silva.
ENTRADA LIVRE
Horário: Diariamente, das 18h00 às 22h00 | dias de espectáculo, das 18h00 às 24h00.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Reencontrar Skapinakis
«A grande antológica dedicada ao pintor Nikias Skapinakis, no Museu Colecção Berardo, abrange seis décadas de trabalho e mais de 260 obras - sempre em Portugal».
Eram estes o título e subtítulo de um artigo publicado pela revista Visão no seu nº 996 (5 a 11 de Abril de 2012) sobre a obra e vida do pintor nascido em Lisboa em 1931, filho de pai grego e mãe portuguesa.
Começou por expor em 1948, nas Exposições Gerais de Artes Plásticas, participando, a partir de então, em diversas exposições individuais e colectivas, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Além da pintura a óleo, como actividade dominante, dedicou-se à litografia, à serigrafia e à ilustração de livros. Executou litografias para eventos de certa relevância, entre eles para o Cinquentenário do Banco Português do Atlântico. É autor de um dos painéis do café «A Brasileira do Chiado» (1971).
Sobre este artista pode consultar-se o blog Cores e Cheiros que descobri nas pesquisas motivadas pelo artigo da Visão e que recomendo pelo seu interesse pelas coisas da pintura.
De tudo o que mais me impressionou no que na Visão se escreveu, foi a alusão ao facto de o pintor ter sido preso por questões de natureza política e ter sido proibido de pintar. Isso mesmo, ter sido proibido de pintar!.
Imaginem os amadores, como eu, destas coisas da pintura que nos proibiam de pintar... e somos simples amadores, não profissionais como o Skapinakis...
Naturalmente que a minha imaginação me leva a uma viagem ao pensamento do referido pintor que, decerto, nunca deixou de levar a efeito as suas pinturas em fundos imaginários, com cores bem vivas, para que não fossem esquecidas e pudessem ser passadas, na primeira oportunidade, a telas autênticas.
Exercícios clandestinos de memória artística que as condições de então estimulavam.
Retrato de Almada Negreiros
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